Tendências dos Anúncios de Vídeo em Dispositivos Móveis

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Kevin Ford

December 3rd, 2019

A publicidade móvel – em telefones, tablets e outros dispositivos conectados à Internet – deve ocupar dois terços dos orçamentos digitais das empresas americanas este ano e crescer ainda mais nos próximos anos, de acordo com um relatório recente da eMarketer.

 

O relatório, Breaking Down Mobile Video Ad Spending, revela que nos Estados Unidos, onde algumas das principais empresas de tecnologia do mundo estão localizadas, o setor móvel tem dominado os gastos digitais desde 2015, quando os gastos com desktop caíram e os móveis aumentaram 62,9%.

 

O crescimento dos smartphones desempenhou um papel fundamental no aumento dos gastos, já que os anunciantes trabalham cada vez mais para atingir os consumidores digitais.

 

Segundo os Números

Ainda assim, apesar das previsões, os anunciantes ainda não perceberam como os usuários americanos estão conectados aos seus smartphones.

 

Esse raciocínio é exibido como um gasto geral em anúncios de vídeo móvel, que é o único formato de anúncio digital que não tem uma maioria móvel.

 

Embora se espere que os anunciantes gastem mais de US$ 16 bilhões em publicidade em vídeo móvel este ano, esse número é menos da metade do orçamento total destinado à publicidade em vídeo, o que reflete apenas como os anunciantes têm sido mais lentos do que os consumidores em se adaptar ao vídeo móvel.

 

Como 81% dos telefones celulares do país são smartphones, os consumidores americanos esperam que a publicidade em vídeo seja adaptada à plataforma. No entanto, a maioria dos anunciantes ainda considera que a propaganda em vídeo seja mais adequada para PCs ou laptops, uma vez que o celular é considerado um formato menos desejável para vídeos do YouTube, Twitch ou Tik Tok devido ao uso de dados.

 

No início deste ano, a eMarketer previu que, até 2020, os anúncios de vídeo móvel ajudarão a impulsionar os gastos com anúncios em dispositivos móveis nos EUA para que eles superem todos os anúncios na mídia tradicional. Até 2022, espera-se que os gastos com anúncios de vídeo móvel dobrem em relação aos números atuais.

 

Atualmente, as únicas plataformas em que os gastos com anúncios de vídeo móvel têm a maioria são nas mídias sociais, principalmente por causa do Facebook, onde 93% de todos os gastos com anúncios de vídeo social são atualmente direcionados para o celular.

 

O Que Está Atrasando a Publicidade em Vídeo?

Dados os números, é sensato perguntar o que está atrasando os gastos com anúncios de vídeo.

 

De acordo com o relatório do eMarketer, o aumento nos gastos com publicidade na TV (OTT) – gastos com Hulu, por exemplo, chegaram a US$ 2 bilhões este ano – é responsável pelo desvio de investimentos em propaganda em vídeo.

 

O conteúdo de vídeo OTT é aquele que é transmitido pela internet para um laptop, dispositivo móvel, tablet ou TV conectada. Ele difere da TV conectada, que requer serviços a cabo ou via satélite porque os usuários de serviços de streaming como Netflix, Hulu e Amazon TV só precisam de internet para assisti-los.

 

Estes usuários vêm interrompendo com a audiência da TV paga 

 em números recordes desde meados da década de 2000, quando os serviços de streaming se tornaram mais comuns, especialmente entre os usuários mais jovens.

 

Em 2017, 61% das pessoas entre 18 e 29 anos disseram que os serviços de streaming eram seu principal método de assistir TV, de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center.

 

Enquanto alguns serviços de streaming são vistos em dispositivos móveis, a maioria é assistida em TV conectada, tornando este segmento não móvel uma parte robusta do mercado de anúncios de vídeo apesar do lento crescimento geral dos gastos com anúncios de vídeo.

 

O Que Está Por Vir 

Ainda assim, apesar da hesitação demonstrada com os gastos com a publicidade em vídeo, os números de publicidade móvel viram um aumento considerável em seu crescimento, o que sugere que a publicidade em vídeo siga logo em breve.

 

Até 2023, espera-se que o vídeo móvel receba 51,4% do total de anúncios em vídeo, acima dos 49,5% deste ano.

 

Isso significa que os anunciantes que decidirem investir em vídeo móvel agora terão uma vantagem sobre a concorrência, uma vez que os números – especialmente o uso de smartphones – refletem a clara tendência do celular de dominar o desktop no futuro próximo.

Kevin Ford

2019-12-03

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